Feito num centro, por quem dirige um.
Somos clínicos. Comprámos a plataforma que toda a gente compra, assinámos o contrato caro e mesmo assim passávamos os dias em várias aplicações a apagar o mesmo fogo.
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Plataformas genéricas, e os números nunca batiam certo.
Pouca capacidade, um ecrã a contradizer o seguinte e uma fatura no fim. Tudo o que a plataforma não fazia, fazíamos à mão noutro lado.
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Por isso construímos aquela que lhe diz o que precisa de si agora.
Não um arquivo onde é preciso escavar. Uma plataforma que traz o que precisa de atenção à sua atenção, esta manhã, enquanto ainda é pequeno o suficiente para se resolver.
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E fizemo-la dobrar-se ao modo como o seu centro funciona de facto.
A terapia comportamental é a mesma ciência em todo o lado. Dirigir um centro não é. Estados, regras de nota, tipos de sessão, motivos de alta, tipos de remuneração, permissões — configurados por si, não presumidos por nós.
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Depois automatizámos o trivial.
Todas as tarefas que conseguimos tirar de cima de uma pessoa, tirámos. Uma BCBA devia passar o dia a ser excelente no trabalho clínico, não a introduzir dados.
Mais de dez anos a dirigir centros ABA. Conhecemos os anos bons e os difíceis — e construímos para os dois.